quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Como fazer uma composteira doméstica

 Como fazer uma composteira doméstica

A compostagem representa prática barata e natural que transforma a sua cozinha e resíduos de jardim em alimento rico em nutrientes valiosos. Fácil de fazer e usar! Faça a sua parte para reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterro. Mesmo para as famílias que já possuem o sistema, quase metade dos alimentos nas latas de lixo poderia ter ido para o sistema de compostagem, veja o vídeo.

Este manual parte do princípio de que, com algum conhecimento técnico, mobilização social e boa vontade, é possível tratar os resíduos orgânicos que geramos por meio da compostagem em nossas próprias comunidades e instituições.

Associando a compostagem com a jardinagem e a agricultura urbana, transforma-se um potencial problema ambiental em fonte de saúde coletiva, promove-se a reconexão com a terra e aprofundam-se os laços sociais. Desta forma, o principal objetivo deste manual é desmistificar a gestão descentralizada de resíduos orgânicos e inspirar comunidades e instituições a se envolverem com a gestão dos resíduos orgânicos que geram.

O manual busca tratar do tema de compostagem comunitária (em um bairro, por exemplo) e institucional (em um restaurante, hotel, escola, órgão público entre outros) de resíduos orgânicos utilizando uma linguagem acessível, sem desprezar as informações técnicas importantes, para concretizar iniciativas do gênero. Este tipo de gestão de resíduos tem a característica de ser descentralizado, geralmente de porte pequeno ou médio e dispensa a necessidade de transporte dos resíduos para outros locais. Por isso, nesta cartilha, daremos ênfase a um método específico de compostagem que tem sido aplicada com sucesso no Brasil para a compostagem comunitária ou institucional (O público-alvo são lideranças comunitárias, agentes de saúde, estudantes e outras pessoas interessadas no assunto.

O conhecimento exposto aqui é baseado na experiência acumulada de comunidades e instituições que assumiram responsabilidade pelos resíduos que geram, percorrendo um caminho de aprendizado que leva à alquimia de transformar restos descartados em fonte de vida. Reciclar os resíduos orgânicos e restabelecer seu papel natural de fertilizar os solos é um dos principais desafios ambientais que enfrentamos atualmente e somente com envolvimento coletivo alcançaremos sucesso em uma das muitas frentes para a efetiva implementação da Política Municipal de Resíduos Sólidos.



sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Cultivo do Amendoim

 Cultivo do Amendoim

O amendoim é um produto cultivado em várias regiões fisiográficas do País. Nos últimos 5 anos, a produção vem crescendo gradativamente, estimando-se 800 mil toneladas ao ano.

Esse incremento na produção refletiu ganhos consistentes em produtividade obtidos em safras anteriores, devidos principalmente à adoção de cultivares mais produtivas, entre outras tecnologias. Essa mudança permitiu, inclusive, a exploração do mercado externo, após 20 anos de interrupção das exportações de volumes significativos de amendoim (em vagem e descascado).

A maior eficiência do processo produtivo implica tanto na redução dos custos quanto no controle de pragas e doenças, resultando em maiores produtividades. Neste livro, as perguntas selecionadas incluem os questionamentos mais frequentes de agricultores, estudantes, técnicos e demais clientes interessados no agronegócio do amendoim.

No entanto, a qualidade do produto tem sido o maior desafio de sua cadeia produtiva, para atender às exigências dos mercados interno e externo. Assim, informações mais detalhadas sobre nutrição, propriedades bioquímicas, agroenergia e segurança alimentar também foram contempladas nesta obra, visando agregar conhecimentos fundamentais para esclarecer aspectos determinantes do consumo do amendoim e de seus derivados.

Para atender aos interesses mais diversos relacionados à cultura do amendoim – e à demanda por informação atualizada – esta publicação reuniu autores e colaboradores de diferentes áreas do conhecimento e instituições, oferecendo ao leitor uma visão abrangente dessa cultura extremamente versátil.

No Brasil, a cultura do amendoim já foi uma das mais expressivas no mercado nacional de oleaginosas, gerando divisas tanto pelo abastecimento interno de óleo vegetal quanto pela exportação de subprodutos. Contudo, a partir da década de 1980, houve forte reversão no agronegócio dessa cultura, decorrente de vários fatores, especialmente de ordem tecnológica e de mercado, que levaram à redução na área de cultivo e na participação do produto na balança comercial.

Diante dessas transformações, o amendoim passou a ser cultivado, visando, principalmente, atender ao mercado interno de grãos in natura e à indústria de alimentos. Para mudar esse cenário, foram necessários vários ajustes nos processos que limitavam o crescimento da cadeia produtiva dessa cultura, sendo os mais expressivos:

• A adoção de sistemas de produção tecnificados. 

• A redução dos custos de produção agrícola.

• Adoção de novas cultivares e alto investimento na qualidade do produto, de modo a retomar a confiabilidade das indústrias de alimentos e do mercado internacional.

Atualmente, o mercado de amendoim expandiu-se nos segmentos in natura e de confeitaria. Com as novas demandas que surgem com a agroenergia, abre-se mais um nicho de oportunidades para o emergente mercado de biodesel.

No entanto, a melhoria do processo produtivo, ocorrida nos últimos anos, gera novos desafios, que demandam conhecimentos atualizados em diversos aspectos. Este livro fornece aos leitores informações relevantes sobre ciência e tecnologia, reunidas de maneira a propiciar uma leitura agradável e acessível.

O fator climático mais importante para o crescimento da planta e o desenvolvimento do amendoim é a temperatura. Por sua vez, tanto o florescimento quanto a maturação e o crescimento dos frutos estão diretamente ligados à temperatura.

O amendoinzeiro tem metabolismo fotossintético do tipo C3 eapresenta taxa fotossintética líquida máxima a 30 oC. A máxima taxa de produção de matéria seca, ou produtividade da cultura, é de 19,6 g/m².dia. A velocidade de germinação atinge níveis máximos sob temperaturas entre 32 oC e 34 oC.

No entanto, em temperaturas inferiores a 18 oC, o poder germinativo é bastante reduzido e a velocidade do processo germinativo cai proporcionalmente com a redução da temperatura.

A fase vegetativa da planta é prolongada em temperaturas abaixo do ótimo, adiando o início da floração. Contudo, o período entre germinação e florescimento é determinado não apenas pela temperatura, mas também pelo genótipo.

A demanda de água durante o ciclo varia, sendo maior na fase de enchimento das vagens. Geralmente, o consumo de água varia de 665 mm para variedades de ciclo longo a 490 mm para as de ciclo curto.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Criação de mini vacas e pôneis

 Criação de mini vacas e pôneis

Já imaginou poder ter no quintal de casa uma pequena fazenda onde todos os animais fossem pequenos, assim como os domésticos? Pois então, isso já é possível. Agora já é admissível ter em casa uma vaca ou um pônei em miniatura, e existem algumas diferenças, não apenas no tamanho, destes animais que encantam todo mundo pelo seu tamanho.

Uma vaca miniaturizada pode sobreviver tranquilamente em um espaço residencial, e apropriado, sem muitos custos, de modo que até mesmo as crianças poderão ordenhá-la seguindo poucas regras se comparadas aos animais de grande porte. O gasto é mínimo, mas os cuidados com a higiene são grandes. Um mini pônei, por exemplo, precisam ser banhadas três vezes na semana.

Esses pequenos animais podem ser uma ideia muito legal para quem sempre desejou ter uma criação, mas não tem como comprar uma chácara, por exemplo. E o mais interessante é que pode ser manejado por crianças, o que acaba por influenciá-las sobre a importância destes animais em nossas vidas. Existem no mercado vários destes animais à venda, tais como mini porcos, mini vacas, mini pôneis, mini coelhos e mini lhamas.

Já são encontradas várias fazendas especializadas na criação e comercialização destes animais, de modo que eles são os mais aptos a darem todas as instruções de como cuidar do animal. A maioria destas fazendas anda pelo Brasil expondo seus belíssimos animais, alguns até premiados. 

Mesmo sendo um animal em miniatura e de seus cuidados não serem tão complexos, existe toda uma responsabilidade quanto à alimentação, espaço entre outros meios que garantem que o animal viva por mais tempo e com uma saúde satisfatória sempre. O interessante é que estes pequenos animais poderão ser apreciados por todos e com certeza serão muito paparicados e fotografados por onde andarem devido à beleza e a sutileza de seu tamanho.


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terça-feira, 17 de agosto de 2021

Controle Biológico do Ácaro Rajado no Morango

 Controle Biológico do Ácaro Rajado no Morango

Uso de ácaros predadores no controle biológico

Ácaros predadores das famílias Erythraeidae, Cunaxidae, Phytoseiidae e Stigmaeidae foram observados na cultura do morangueiro no Estado do Rio Grande do Sul. Os fitoseídeos são os ácaros mais comuns e os mais importantes no controle dos ácaros fitófagos sendo que onze espécies de Phytoseiidae foram relatadas associadas à cultura do morangueiro no RS com destaque para Neoseiulus californicus (McGregor, 1954) e Phytoseiulus macropilis (Banks, 1904).

Neoseiulus californicus - Quando adulto, apresenta cor amarelo-palha e corpo alongado. Observado normalmente na face inferior dos folíolos sob a teia do ácaro rajado ou próximo da nervura principal. Exerce um controle efetivo sobre as populações do ácaro-rajado e do ácaro do enfezamento. Este predador é criado em estufas para realizar a liberação massal e controlar os ácaros-praga da cultura do morangueiro.

Phytoseiulus macropilis - Quando adulto apresenta cor avermelhada e o corpo forma ovóide. Também é encontrado na face inferior dos folíolos do morangueiro sob a teia do ácaro rajado ou próximo da nervura principal. Pode ser visualizado sem o uso de lupa como um ponto vermelho de rápida movimentação. Quando tocado movimenta-se rapidamente. Ocorre naturalmente em plantações de morango sem o uso de agrotóxicos. Alguns agricultores conseguem controlar de forma satisfatória o ácaro rajado somente com o emprego deste predador, sem a necessidade de intervenção química. Devido a seu alto consumo de presas e desconhecimento de presas alternativas, é de difícil criação massal.

Os dois gêneros são importantes agentes de controle biológico adquirindo a cor das presas nas quais se alimentam. Deslocam-se com muita rapidez em toda a superfície foliar e predam preferencialmente ácaros tetraniquídeos. Na falta desses passam a se alimentar de outros ácaros, ninfas de cochonilhas, fungos, grãos de pólen e de sucos celulares. Os fitoseídeos podem ser multiplicados, com facilidade, em ambientes controlados, com a finalidade de desenvolver o controle biológico nas lavouras


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domingo, 8 de agosto de 2021

Conheça a raça da vaca holandesa

 Conheça a raça da vaca holandesa

A raça Holandesa também é conhecida em todo o mundo como Holstein Frisian. Sua principal característica, que o destaca em relação às demais raças, é a sua excelente capacidade leiteira, fazendo com que seja considerada uma das melhores raças leiteiras de todo o mundo. A Raça holandesa melhorou muito, através dos anos, graças a um excelente trabalho de seleção e aperfeiçoamento, baseado em um controle técnico e científico bastante rigoroso, ou seja, sob os mais rigorosos padrões zootécnicos. A pelagem dos antigos bovinos holandeses variavam muito, inclusive os de cara branca.

A raça Holandesa possui características marcantes quando trata de produção de leite e sua história tem início há mais de 2000 anos. 

A Raça Holandesa (Holstein-Friesian) é uma raça europeia (Bos taurus taurus) especializada na produção de leite amplamente utilizada no mundo, sendo conhecida por ser a maior produtora de leite em volume. A raça é muito popular internacionalmente, sendo bastante utilizada no Brasil, especialmente em direção ao Sul do país. Este texto traz um pouquinho da origem, história e características da raça.

Acredita-se que ancestrais primitivos dos animais que existem hoje eram domesticados há mais de 2000 anos nas terras planas e pantanosas do Norte da Holanda e Oeste da Província da Frísia. A principal característica da raça a princípio era o padrão malhado, com manchas, em sua maioria pretas, sobre uma base branca e aptidão leiteira, mesmo em uma época em que não havia raças, seleção, e nem animais especializados em uma determinada função. Logo a raça passou a ser selecionada como de dupla aptidão e os criadores buscavam por animais da pelagem preta e branca.

No século XIX, o gado da Frísia havia estabelecido a pelagem preta e branca e já apresentava um grau de conformação condizente com maiores produções de leite, enquanto nas outras províncias o rebanho apresentava grande variabilidade. Foi então que aumentou a demanda por importações de gado, surgindo a necessidade de uma criação mais controlada e o abandono dos cruzamentos, o que provocou a fundação do primeiro Herdbook em 1879.

Uma considerável confusão a respeito deste gado malhado, que se originou na Holanda, foi causada por frequentes mudanças de nome feitas à medida que a raça foi sendo importada por outros países. Em sua região natal, a raça sempre foi chamada pelo nome Friesian ou Zwartbont Fries-Hollands que na tradução ao português seria Holandês Preto e Branco. O nome Holstein, como a raça é conhecida internacionalmente, segundo diversos autores, não seria correto.

Quando o gado da raça foi importado para a América do Norte houve um mal-entendido e acreditou-se que os animais provinham de um local chamado Holstein. Entretanto, não há um local na Holanda com este nome. Este é o nome de uma província alemã (Scheleswing-Holstein) de onde apenas uma pequena parte dos animais importados provieram. A maioria (95%) das exportações de gado da raça foram do Norte e do Sul da Holanda, inegavelmente o berço da raça.


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domingo, 1 de agosto de 2021

Pimenta como alternativa de renda

 Pimenta como alternativa de renda

Ervas, especiarias, vegetais, condimentos, decoração? É tudo isso. Depois do sal, é o condimento mais utilizado no mundo e encontrado em quase todos os lugares atualmente.

Existem diversas espécies de pimenta, cada qual com características próprias: cores, aromas e sabores, dos mais sutis aos mais intensos. Delas derivam produtos como geleias, molhos e temperos que encantam o paladar de muitos.

Em Minas Gerais, muitos produtores optaram pela pimenta como alternativa de renda, e o cultivo se firmou como uma das bases da economia de muitos municípios. Na economia deste Estado, o cultivo da pimenta é muito importante do ponto de vista social, pois gera empregos e renda.

No cultivo de 1,0 ha de pimenta-malagueta há geração de quatro a cinco postos de trabalho, além de serviços temporários na colheita. Do ponto de vista econômico, há aumento na renda do produtor gerada pela agregação de valor ao produto (pelo processamento) e aumento na renda do município pelo estabelecimento de agroindústria.


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DOCE DE JAMBO

 DOCE DE JAMBO

INGREDIENTES

1 kilo de jambo ,

1/2 kilo de açúcar ,

um pouco de água

MODO DE PREPARO

cortar o jambo em pedaços pequenos , tira o caroço ,

Leva para cozinhar com pouca água depois coloca o açúcar até dar o ponto.


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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Conheça a cultura da pitaya

Conheça a cultura da pitaya

A planta que produz a pitaya é uma cactácea originária da América Tropical e Subtropical. A pitaya vermelha (Hylocereus undatus) é uma excelente alternativa para a diversificação da propriedade rural e aumento de renda do produtor.

 Apesar do custo elevado na implantação do pomar, o retorno ao produtor pode ser muito bom, pois a pitaya atinge preços elevados no mercado, porém seu mercado ainda é pequeno. No Brasil, o cultivo da pitaya teve início na década de 90, tendo sua produção concentrada no Estado de São Paulo, principalmente na região de Catanduva.

É uma planta perene, trepadeira, com caule classificado morfologicamente como cladódio, de onde se originam várias raízes adventícias que ajudam na absorção de nutrientes e fixação da planta em um tutor. O fruto tem sabor adocicado e suave, aparência exótica, propriedades organolépticas, sendo rico em vitaminas, com polpa firme e rico em fibras, com excelentes qualidades digestivas e de baixo teor calórico, além de muitas sementes com ação laxante.

Segundo o conhecimento popular apresenta propriedades medicinais como melhora de gastrites, prevenção contra o câncer de cólon e diabetes, neutralização de substâncias tóxicas como metais pesados, redução dos níveis de colesterol e pressão alta, além dos cladódios e as flores serem utilizados contra problemas renais.


domingo, 18 de julho de 2021

Como coletar o solo para análise

 Como coletar o solo para análise

A análise do solo é o melhor meio para avaliar a fertilidade do solo. Com base nos resultados das análises é possível determinar as doses adequadas de calcário e adubo para garantir maior produtividade e lucratividade para a sua lavoura.

Para obter bons resultados com a análise é muito importante retirar as amostras corretamente. Siga as instruções e veja como é fácil.

Divida sua propriedade em glebas homogêneas, nunca superiores a 20 hectares, e amostre cada área isoladamente. Separe as glebas com a mesma posição topográfica (solos de morro, meia encosta, baixada, etc.), cor do solo, textura (solos argilosos, arenosos), cultura ou vegetação anterior (pastagem, café, milho, etc.), adubação e calagem anteriores.

Em culturas perenes, leve em conta também a idade e variedade das plantas. Áreas com uma mesma cultura, mas com produtividades muito diferentes, devem ser amostradas separadamente. Identifique essas glebas de maneira definitiva, fazendo um mapa para o acompanhamento da fertilidade do solo com o passar dos anos.


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Biscoito de polvilho na folha da bananeira

 Biscoito de polvilho na folha da bananeira

A porteira aberta praticamente o dia todo e o cheirinho de quitanda no forno são convites irresistíveis para quem passa pela Rua Cunha do Quitão. É lá que Maria Dirce Nogueira e o marido, José Ramos, preparam deliciosas receitas que transportam os fregueses diretamente para a cozinha de suas mães e avós, ou para a de alguma fazenda da infância. O trabalho ali é duro: amassa daqui, enrola dali, tira um tabuleiro de lá, põe outro, e uma a uma das iguarias vão ficando prontas. O braço dói, a perna fica cansada, mas não há reclamação. Em vez disso há orgulho, estampado nos olhos do casal. “Graças aos biscoitos conseguimos estudar nossos cinco filhos”, conta Dirce. Filha de uma prendada biscoiteira, ela teve na infância os primeiros ensinamentos da arte da cozinha. O marido, ex-motorista de ônibus, acabou sendo influenciado na lida dos fogões, ofício em que descobriu grande prazer. Perguntado sobre a origem das receitas, ele dá seu parecer: “Isso é coisa antiga. Desde que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil que o povo faz biscoitos”.


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quinta-feira, 15 de julho de 2021

Broa de milho com pimenta

Broa de milho com pimenta 

Acabei colocando o nome dessa delícia de Biscoitinhos Broa de Milho com pimenta, mas é conhecido como Cavaca.

Uma receita delícia, ótima para acompanhar uma xícara de café, muito bate papo com as comadres, enquanto os “compadis” acendem a fogueira e as crianças brincam de quadrilha de São João!!

Vamos cozinhar?


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domingo, 11 de julho de 2021

Boas práticas na fabricação do queijo minas

  Boas práticas na fabricação do queijo minas

A adoção de boas práticas de higiene é requisito básico para qualquer empreendimento, mas quando se trata da produção de itens alimentícios, os cuidados com a limpeza devem ser redobrados.

O público cada vez mais exigente, aliado à fiscalização rigorosa, fez com que o perfil das pequenas queijarias se modificasse, tornando-se locais limpos e organizados.

Essas ações devem ser garantidas em todas as etapas, desde a produção até o armazenamento.

Confira nas dicas a seguir como melhorar a gestão das rotinas na sua queijaria.

Higiene pessoal

A qualidade do queijo é garantida com base no gerenciamento correto da matéria-prima e da adoção de práticas salubres por parte dos trabalhadores.

O trabalhador da queijaria deve estar adequadamente vestido, com uniforme, botas, luvas, touca e máscara de proteção.

As roupas e acessórios são fundamentais para garantir que o queijo não seja contaminado, além de proteger a integridade física e a saúde do trabalhador.

O equipamento de uso diário deve estar sempre limpo. Botas e luvas podem ser higienizadas com uma solução clorada. O ideal é que máscaras e toucas sejam descartáveis.

É preciso também evitar o consumo de alimentos no local de produção dos queijos, para impedir contaminações.

Limpeza das instalações

A adoção de medidas permanentes de limpeza no espaço de produção e adjacências é essencial para garantir a qualidade do produto.

Equipamentos, instalações e maquinários devem ser cuidadosamente higienizados, eliminando os resíduos da produção que são altamente perecíveis.

A higienização deve ser feita com detergente neutro, água potável, esponja, escovas e vassouras de cerdas duras, baldes e luvas de borracha.

O aconselhável é começar a lavagem pelo piso, paredes e mesas. Em seguida, faz-se a limpeza dos equipamentos e utensílios, enxaguando tudo com água corrente. A secagem pode ser feita com rodos e panos previamente higienizados.

Após essa etapa inicial, indica-se fazer a sanitização com solução de água com cloro (100 ml de cloro para cada dez litros de água). O objetivo é eliminar micro-organismos que porventura tenham resistido à primeira limpeza.


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terça-feira, 29 de junho de 2021

PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM ESTUFAS

 PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM ESTUFAS

É um trabalho fantástico de nossos amigos pesquisadores, deve ser visto pelos amantes da agricultura, e muito agradeço aos meus amigos da pesquisa, enfim foram 40 anos de minha vida dedicados a tal, enfim o intuito é ajudar e difundir

Características do mercado consumidor, possibilidades de comercialização. Comparativo de desempenho: cultivo protegido X cultivo a campo.

Preferências do mercado consumidor: produto in natura e produto para agroindústria.

Locais de semeadura, tratamento do solo, adubação e tratamento fitossanitário de sementeiras, técnicas de semeadura, substrato e esterilização do solo.

Análise do solo: correção, adubação, preparo do solo (mecânico ou manual).

Cobertura morta do solo (mulching), transplante de mudas, capina, amontoa, desbaste, poda, desponte, adubação de cobertura ou foliar, tutoramento, irrigação e fertirrigação, rotação de culturas, raleio de frutas, polinização.

Culturas: tomate, pepino, pimentão, feijão-vagem, melão, alface, morango, abobrinha.

Pragas, moléstias e desequilíbrios fisiológicos.

Colheita. 


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